The Mother Road

Relatório da Viagem do grupo de Brasiilia na Rota 66 - maio de 2011

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RELATÓRIO DE VIAGEM

 

ROTA 66

VELOZES E FURIOSOS

1 – FORMAÇÃO DO GRUPO/MOTOS/CARROS

 

O grande diferencial desse grupo foi sua formação mista. Com 10 motos, 1 triciclo, 4 carros, sendo 2 Mustangs conversíveis, 1 Buick e uma Maxi Van, como carro de apoio, era na realidade um comboio na Rota 66. Tudo isso ajudou a criar um clima de festa e ao mesmo tempo de amizade e companheirismo, que ajudaram a fazer todo o percurso com que tranqüilidade e segurança..

 

PARTICIPANTES

MOTOS E CARROS

 

 

 

 

Nº

NOME

MOTO/CARRO

E-MAIL

1

Adriana Andrade

GARUPA

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2

Alan Silva

HONDA SHADOW

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3

Antonio Castelo Branco Junior

MUSTANG

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4

Arlindo Arinos Porto

BMW R1200 RT

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5

Cláudia Castro

GARUPA

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6

Cleverson Silva

BMW R1200 RT

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7

Euclides Castelo Branco Junior

HD ROAD KING

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8

Fábio Monteiro Sobral

BUICK

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9

Geraldo Braga Filho

HD HERITAGE

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10

José Alberto Rodrigues

HD ROAD KING

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11

José Humberto  Borges

MUSTANG

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12

José Roberto Ceolin

BUICK

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13

Leopoldo Peres Torelly

HD HERITAGE

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14

Luiz Cláudio Pimenta Ramos

MUSTANG

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15

Marco Antonio Motta de Souza

HD ROAD KING

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16

Maria Claudia Torelly

VAN

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17

Mário Sergio Pereira Martins

TRICICLO HONDA

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18

Marlise Silva

GARUPA

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19

Nelson Flores de Albuquerque

HD ROAD KING

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20

Regina Velloso

GARUPA

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21

Ricardo Camargo

HD HERITAGE

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22

Roberto Yaminishi

BUICK

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23

Victor Annibal S. Azevedo

MUSTANG

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2 – ROTEIRO

Data - Roteiro - Distâncias

06/05/11 Saída de Brasília

07/05/11 Chegada em Los Angeles

08/05/11 Los Angeles/ Palm Springs - 306

09/05/11 Palm Springs/ Laughlin - 374

10/05/11 Laughlin/ Grand Canyon - 394

11/05/11 Grand Canyon/ Monument Valley - 435

12/05/11 Momument Valley/ Bryce Canyon - 483

13/05/11 Bryce Canyon/ Las Vegas - 403

14/05/11 Las Vegas/Los Angeles/embarque - 430

15/05/11 Chegada em Brasília

O roteiro abrangeu 4 Estados Americanos: Califórnia, Arizona, Utah e Nevada, perfazendo cerca de 2.700 km, tendo a viagem se iniciado e terminado na Cidade de Los Angeles. Nem todo o trajeto foi feito pela Rota 66, uma vez que ela está desativada e em vários trechos é interrompida fazendo junção com outras Highways.

 

 

DATAS, ROTEIRO E HOTÉIS

 

DATA

CIDADE

HOTEL

ENDEREÇO

E-MAIL

 

07/05/11 08/05/11

Los Angeles

Ramada Limited

LAX East

4300 Century W. / I-405

Inglewood, CA 90304

310-419-1011

http://www.ramada.com/Ramada/control/Booking/property_info?propertyId=04527

 

08/05/11 09/05/11

Palm Springs

Palm Springs Travelodge

333 E. Palm Canyon Dr

Palm Springs, CA 92264

http://www.palmcanyonhotel.com

 

09/05/11 10/05/11

Laughlin

Golden Nugget Laughlin

Golden Nugget Laughlin
2300 S Casino Dr
Laughlin, Nevada 89028-7111

http://www.goldennugget.com/laughlin/amenities/index.asp

 

10/05/11 11/05/11

Flagstaff

La Quinta Inn

2015 South Beulah Boulevard, Flagstaff, AZ 86001

http://www.lq.com/lq/properties/propertyProfile.do?propId=939

 

11/05/11 12/05/11

Kayenta

Holiday Inn Kayenta

Junction US Highways 160 & 163,P.O. Box 307, Kayenta, AZ 86033

http://www.holidayinnkayenta.com

 

12/05/11 13/05/11

Bryce Canyon

Bryce View Lodge

105 East Center Street,

UT 84764 Bryce Canyon

http://www.bryceviewlodge.com/

 

13/05/11 14/05/11

Las Vegas

Circus Circus Hotel

2880 Las Vegas Blvd S,

Las Vegas, NV 89109

http://www.circuscircus.com/las_vegas_hotel/

 

Site da empresa que irá alugar as motos: http://www.eaglerider.com/

 

 

3 – ETAPAS DA VIAGEM

 

Dia 07 de maio

Chegada a Los Angeles

Hotel: Ramada Limited LAX East

ATENÇÃO: Este hotel deve ser evitado pois logo da nossa chegada o quarto do Alan foi aberto e vários pertences furtados, sendo que não houve marcas de arrombamento e o gerente não tomou nenhuma providência em relação ao ocorrido, sendo que haviam câmeras de vigilância espalhadas por todo hotel. Ele é o principal suspeito.

Atividades:

Logo após a chegada em Los Angeles saímos para comprar os equipamentos obrigatórios (colete, luvas, capacete, etc) na Del Amo, uma super loja com bons preços. Mais tarde fomos jantar mo Farmers Market e voltamos cedo para descansar para o início da jornada no dia seguinte.

 

 

Dia 08 de maio

Destino: Palm Springs

Hotel: Palm Springs Travelodge

Atividades:

De manhã fomos à EagleRider (a locadora de motos que escolhemos) e preenchemos a papelada para liberar as motos. Basicamente entregamos nossos cartões de crédito e concordamos que eles poderiam debitar qualquer dano ocorrido com as motos e assinamos um termo isentando a locadora de qualquer responsabilidade pelo período que estivéssemos com as motos. Cabe ressaltar o profissionalismo da empresa que já deixou todas as motos identificadas e preparadas para viagem. Verificamos também que as malas não caberiam na Van se não retirássemos uma fileira de bancos. Foi o que fizemos. Desta forma conseguimos acomodar toda nossa bagagem. O banco ficou na Eagle Riders. em e consgui Saímos mais ou menos lá pela 1h da tarde e seguimos em direção à Palm Springs. Transito pesado na saída de Los Angeles. O grupo se comportou muito bem não se dividiu. Limite de velocidade na estrada de 70 mph. Na chegada ao hotel na recepção já se encontrava um lista com o nomes de todos os participantes com o nº do seu respectivo quarto com os cartões para acesso ao mesmo, que facilitou bastante o check-in. Fizemos apenas uma parada para poder chegar lá ainda de dia e curtir um pouco a cidade. A cidade fica localizada numa planície em um corredor de montanhas que cria fortes ventos. Tinha centenas de cataventos geradores de energia e as motos balançavam muuito mesmo. Chegamos no final da tarde, deixamos tudo no hotel e saímos para curtir a cidade, muito charmosa com suas palmeiras e sem nenhum edifício alto. Ao cair da tarde fomos dar uma volta da cidade e comemorar o primeiro dia de estrada tomando umas margaritas em um bar estilo mexicano.

 

Dia 09 de maio

Destino Laughlin

Hotel: Golden Nugget Laughlin

Atividades:

Saímos cedo de Palm Springs com destino a Laughlin. Logo na saída da cidade, perto do local dos cataventos, fizemos uma parada na beira da estrada porque cada GPS apontava para um lado e tava dando confusão. Enquanto conversávamos bateu uma rajada de vento e jogou no chão duas motos (de 350 quilos). Desviramos as motos, que sofreram alguns pequenos arranhões e saímos assustados pra longe daquele lugar rapidinho. Caraca! Nesse dia passamos pelo Joshua Tree National Park, com suas belas vistas e formações de pedras arredondadas. Tivemos a oportunidade ver a famosa falha de Sant Andréas, que segundos os geólogos será responsável por um grande terremoto na Califórnia. A viagem ganhou um apelo legendário, quando entramos na Rota 66 em Amboy. Lindas planícies com visual desértico, temperatura agradável. Chegamos em Laughlin, tanque na reserva, no final da tarde, uma cidade localizada nas margens do rio Colorado e que tem muitos cassinos, mas menores e menos luxuosos que os de Las Vegas.

Dia 10 de maio

Destino: Flagstaff

Hotel: La Quinta Inn

Atividades:

Saímos de Laughlin com destino a Flagstaff. Continuamos pelas estradas do Arizona e fizemos uma parada em Kingman, considerada o coração da Rota 66. Lá pudemos visitar museus, lojas e lanchonetes, tudo girando em torno da histórica Rota. Paramos num sinal e fizemos um U-Turn onde não podíamos... como resultado veio um policial de moto com sirene ligada e tudo, escolheu dois do nosso bando, mandou parar e deu uma super bronca, hehe. Pelo menos ele aliviou a multa.

Logo depois a Claudia envia um pedido de socorro, estava perdida, fez o mesmo erro e foi detida pela polícia também. Após as devidas desculpas e explicações foi liberada.

Vimos muitos outros grupos de motos e alguns casais de velhinhos com mais de 70 anos de idade. Uma coisa que eu achei muito legal foi ver esses velhinhos de verdade pilotando uma Harley. Toda vez que um grupo cruzava com outro todos esticavam os braços como sinal de cumprimento, desde o primeiro até o último da fila, muito legal. Depois passamos por Seligman e nesse final de tarde pegamos o trecho mais gelado até chegar em Falgstaff. Na floresta em volta da estrada ainda tinha neve do inverno. Usamos casacos com proteção e um monte de roupa embaixo, mesmo assim tava phoda , todo mundo congelando. O Euclides tinha mania de acelerar na frente e dar uma sumidas. Numa certa altura depois de um subidão em curva achamos ele no acostamento com a moto caída na terra. Paramos assustados, mas ele disse que estava congelando e parou para ajeitar o cachecol e não conseguiu segurar a moto em pé. Ajudamos ele a levantar a moto e saímos fora, chegando em flagstaff depois das 8 da noite, roxos de frio. Amanhã vamos visitar o Grand Canyon!

Dia 11 de maio

Dsetino: Kayenta

Hotel: Monument Inn Kayenta

Atividades:

A moto do Nelson quebrou o freio de trás. Parte da turma ficou junto para levar a moto na manutençao mais próxima e os outros, eu inclusive, fomos indo devagar em direção ao Grand Canyon. Só nos encontramos novamente na metade da tarde depois de visitarmos o grand canyon. Como eles haviam chegado lá atrasados, para não perder o passeio eles já haviam feito um tour de helicóptero e estavam todos desbundados com a beleza do lugar. Ficamos todos felizes, ninguém perdeu nada, montamos nas motos e partimos para Kayenta, porque ainda tinha muita estrada pela frente. O cenário era maravilhoso, imagens típicas do velho oeste americano que eu via quando garoto nos filmes de cowboy. Ao entardecer, faltando umas 80 milhas para chegar, fomos presenteados com uma cena lindíssima, viajando em direção à uma nuvem de chuva bem cinza e escura na metade direita do céu, um pedaço azul escuro do lado esquerdo e um dos arco-íris mais largos e coloridos que já vimos. Essa cena durou uns 30 minutos sem mudar quase nada e terminou nas últimas 30 milhas com um aguaceiro grosso e frio. Chegamos em Kayenta já escurecendo, cansados, ensopados e com frio. Depois de um merecido banho, comida boa do hotel e vinho para apagar logo que cair na cama.

 

Dia 12

Partida para Bryce Canyon

Hotel: Bryce View Lodge

Acordamos cedo e fomos direto para Monument Valley, que ficava a umas 20 milhas do hotel. O parque fica dentro de uma reserva dos indios navajos e após pagarmos as entradas contratamos um tour de camionete com um guia navajo. Seguimos por caminhos sinuosos pela planície do velho oeste com um visual que vocês podem ver nas fotos. Como eu já tinha visitado o Grand Canyon 3 vezes, para mim esse foi o local mais bonito de toda a viagem. Depois de cantar várias músicas com o guia e de dançar a "dança da amizade" , passamos numa lojinha para comprar algumas lembranças e partimos para Bryce Canyon, nosso destino do dia. Atravessamos o rio Colorado no trecho onde ele deságua no Lago Powell, passamos pela região do Glen Canyon, uma local onde é possível realizar atividades de lazer aquático. Chegamos ainda de dia no Bryce Canyon, alguns membros do grupo aproveitaram a luz e foram conhecer o local e fotografar.

 

Dia 13

Destino: Las Vegas

Hotel: Circus, Circus

Atividades;

Pela manhã voltamos ao Bryce Canyon. O Bryce Canyon é uma formação rochosa totalmente diferente de tudo. Parece aqueles castelos de areia que são feitos na beira da praia. A estrada oferece paisagens fantásticas com um visual lindo e com muitas curvas. Ao chegar em uma bifurcação optamos pelo roteiro apresentado pelo GPS fornecido pela Eagle Riders, mas que conflitava com os outros. Na realidade ele oferecia uma rota mais rápida e foi a que seguimos. O Cal que foi um pouco na frente acabou indo por outro percurso. Pegamos a Hihgway e rumamos para Las Vegas. Antes de chegar em Las Vegas descemos uma serra cheia de curvas gostosas chamada de Devils Backbone cujo formato lembra a posição dos ossos na coluna vertebral. Depois de várias milhas pelo deserto, como calor escaldante chegamos em Las Vegas. Alguns foram para o Outlet Premiun, outros para shows como: “O” no Bellagio, Love dos Beatles no Mirage, e Viva Elvis no Arias.

.

 

Dia 14

Destino: Los Angeles

Acordamos cedo para poder entregar as motos no horário. A volta é sempre um momento de lembranças. A monotonia do deserto ajuda a fazer com que tudo que aconteceu na viagem passe pela sua cabeça, como em um filme. Pegamos um transito médio, já que era sábado e chegamos um pouco atrasados para devolução, mas não nos foi cobrado nada. Mais uma vez a Eagle Riders mostrou seu profissionalismo, as motos foram liberadas rapidamente. Ficamos na saudade. Até a próxima.

4 – AVALIAÇÃO

 

A avaliação feita pelos participantes é de que o passeio foi um sucesso, tendo inclusive superado as expectativas. Apesar da heterogeneidade do grupo e da pouca experiência de alguns dos motociclistas, tanto em relação a pilotar motos Harley pesadas, quanto com relação a viagens longas de grandes percursos em estradas, o grupo se comportou muito bem.

 

Cabe registrar as seguintes ocorrências:

 

1- leve encostada do triciclo (Mário Sérgio) em outro carro em Palm Springs, sem nenhuma conseqüência;

2- queda de duas motos (Nelson e Alan), paradas, também em Palm Spring, sem nenhuma conseqüência;

3- queda de moto (Euclides) parada perto de Flagstaff, sem nenhuma conseqüência;.

4- perda do freio traseiro da moto (Nelson) também perto de Flagstaff, consertada na revenda Harley gratuitamente;

 

Os poucos conflitos, como é natural num grupo dessa natureza e num período longo de convivência, não prejudicaram desempenho do grupo, nem o prazer da viagem.

 

Alguns questionamentos surgiram, como por exemplo:

 

· ir depressa ou curtir a viagem (afinal, o melhor da viagem não é a demora?);

· vamos parar para tirar umas fotos?;

· sair mais tarde para poder descansar ou sair mais cedo para aproveitar o local de destino?

· almoçar durante o percurso ou deixar para jantar com calma na chegada?

 

exigiram uma abertura para ponderações e as decisões foram tomadas da forma mais democrática possível, sempre preservando o interesse do grupo.

 

Vale mencionar a civilidade e a educação dos motoristas americanos. Não sofremos, ao longo dos quase 2.700 mil km, nenhuma pressão, não fomos fechados, nem uma vez sequer e todo o passeio transcorreu de forma segura.

 

Não dá para esquecer as condições favoráveis e de segurança oferecidas pelas estradas americanas. Sinalização visual perfeita, ausência de buracos, lombadas e defeitos na pista, que tanto assustam os motociclistas.

 

Outra observação importante aos que pretendem fazer a Rota 66 é de começar e terminar a viagem em Las Vegas. O transito pesado na saída e chegada de Los Angeles é estressante e perigoso.

 

Ficam aqui os agradecimentos ao Ricardo e pela constante preocupação com o roteiro e com a configuração e acerto dos GPS, ao Castelo e ao Victor pelo entusiasmo em filmar/fotografar todo o evento. Quanto aos demais integrantes, é bom lembrar que sempre procuraram privilegiar o grupo em detrimento de posições e necessidades individuais. Podemos notar que o grupo foi adquirindo experiência em pilotar na estrada ao longo da jornada sendo que no final todos estavam em perfeita sintonia.

 

 

5 – LIÇÕES APRENDIDAS

 

Podem ser extraídas da experiência dessa viagem algumas lições para passeios e viagens futuros. Algumas dessas lições estão abaixo listadas e devem ser incorporadas aos próximos eventos do grupo.

· a importância de um líder e um auxiliar para que a viagem não saia fora de controle;

· necessidade de realização de mais passeios no Brasil para adquirir experiência;

· planejamento mais detalhado de toda a viagem, sem, contudo, promover um engessamento da programação;

· reuniões de “briefing” no início de cada dia, dando uma visão ao grupo do percurso, de possíveis dificuldades deixando espaço para esclarecimento de dúvidas;

· todos devem ter um mesmo roteiro no gps/mapa contendo o trajeto ponto a ponto, com previsão dos locais de paradas;

· conhecer e respeitar a cultura local (sinais de trânsito, faixas de pedestres, limites de velocidade etc.);

· elaboração de plano prévio de paradas para reabastecimento;

· a importância de um carro de apoio, este é um dos mais importantes itens de segurança do grupo, principalmente se formos repetir o passeio no Brasil, cujo o trânsito é mais agressivo e menos civilizado;

· a importância do grupo utilizar sistema de intercomunicação entre os carros madrinha e ferrolho;

· estabelecer procedimentos em casos de situações de emergência, como, por exemplo, se alguém se perder ou se a moto quebrar;

· itens de conforto/segurança que parecem ser só acessórios, em passeios urbanos, como lenços, bala clava, óculos de proteção, capacete fechado, são de suma importância em viagens em estradas.

 

Finalmente, podemos afirmar que viajar pela Rota 66 foi uma experiência enriquecedora, tanto pelo lado de desenvolvimento pessoal, de relacionamento com o grupo e que serviu também como uma certificação de qualidade na arte de andar de moto, que com certeza irá fazer com que todos aprimorem sua forma de pilotar com segurança na estrada.

 

6 – DEPOIMENTOS

 

Velozes e Furiosos,

Parabéns a todos!

Nossa viagem foi um sucesso.

O mais importante foi o espírito de equipe e o clima de amizade que todos mostraram ao longo da Rota 66. Os interesses individuais foram sempre colocados de lado para prevalecem os do grupo.

Todos foram solidários, mas também não poderia ser diferente, pois nos conhecemos à vários anos e nossa amizade não poderia ser abalada por pequenos desentendimentos, normais em um grupo desse tamanho.

Todos somos vitoriosos, pois em um grupo com 11 motos/pilotos, 5 garupas, 3 carros com 7 ocupantes, totalizando 23 pessoas é normal que aconteçam problemas de vários tipos, mas que no nosso grupo não aconteceram.

Cabe ressaltar que tudo que foi programado e previsto aconteceu.

Todos nossos percursos e horários foram cumpridos rigorosamente, até com folga e graças a Deus não aconteceu nenhum acidente grave.

Cabe ressaltar a bravura do Alan, que mostrou ser “the litle big man” ao acompanhar o grupo em uma moto com a metade da cilindrada das outras, sem para-brisa e a coragem do Mário Sérgio, que mesmo sem ter experiência com motos, pilotou muito bem seu “velotrol”.

Sem querer puxar saco, gostaria também de dar os parabéns a Cláudia, que apesar de nunca ter dirigido um carro daquele tamanho, mostrou-se uma excelente motorista, prestando todo o apoio necessário ao nosso grupo.

Não poderia deixar de citar também a organização da Apex Travel, que cumpriu rigorosamente a programação, facilitando bastante nossa viagem e o profissionalismo mostrado pela Eagle Rider, desde da entrega e recebimento das motos ao apoio prestado por ocasião do problema no freio da moto do Nelson.

Espero que todos tenham curtido a viagem, afinal pilotar pela mítica Rota 66 foi a realização de um sonho, que com certeza ficará na memória de todos nós e será uma história a ser contada para nossos filhos e netos.

Gostaria que todos me enviassem suas observações, criticas e sugestões para que no futuro possamos realizar outra viagem, aperfeiçoando rotinas e corrigindo pequenos problemas que aconteceram.

Assim que todos tiverem trocados suas fotos, vamos organizar uma reunião para comemorar nossa aventura.

Abraços,

Leopoldo Peres Torelly

Léo,

 

Obrigado por todo seu empenho na montagem do pacote junto à APEX e na organização do dia-a-dia do passeio.

Enfim, creio que sem a sua participação a aventura não seria concretizada.

 

Abraços,

Marco Motta.

 

Furiosos e Velozes,

Realmente foi muito emocionante nossa passagem pela Rota 66, Leo parabéns pela sua capacidade de conduzir esse grupo de pessoas que conseguiu com êxito realizar esta aventura.

O grupo não era pequeno, sendo uma tarefa difícil conciliar todos os interesses, mas o estresse foi bem pequeno e superado pela boa vontade de todos, parabéns a todos e espero poder participar de novas aventuras.

Abraços,

Pimenta

Sempre faço as coisas com o entusiasmo de que vai ser bom. para mim foi mais que bom, foi ótimo.  estar na companhia de amigos antigos e novos que muito considero é um previlegio, um grande abraço a todos.

ps. parabéns meninas pela bravura,

aguardo o nosso reencontro.

Arlindo

Uma beleza de viagem, inesquecível, na companhia de pessoas que sabem curtir a vida com prazer e responsabilidade. Destaco o coleguismo e o bom humor de todos mesmo nas horas mais críticas, que foram muito poucas. Leopoldo, obrigado pela oportunidade que nos deu de viver um sonho que era mais seu, e aos demais obrigado pela agradável companhia.

Abraços e até a próxima na Europa.

Ric e Adriana

Obrigado pela oportunidade de compartilhar essa experiência com vocês, foi tudo muito bom.

[]s

Z1

 

Também sou grato pela oportunidade da convivência. Sem dúvida, esta foi a viagem de minha vida, até agora. Alguém já está planejando a próxima, heim Léo?

Victor Aníbal

Furiosos e Velozes,

Realmente foi muito emocionante nossa passagem pela Rota 66, Léo parabéns pela sua capacidade de conduzir esse grupo de pessoas que conseguiu com êxito realizar esta aventura.

O grupo não era pequeno, sendo uma tarefa difícil conciliar todos os interesses, mas o estresse foi bem pequeno e superado pela boa vontade de todos, parabéns a todos e espero poder participar de novas aventuras.

Abraços,

Geraldo Braga

Prezados Velozes e Furiosos, bom dia. Gostaria de, em primeiro lugar, agradecer ao Leo a oportunidade de participar dessa aventura juntamente com tão seleto grupo. Tenham a certeza que de tudo somente as coisas boas ficarão na lembrança e, no meu entender, as coisa boas e positivas superaram em muito as situações preocupantes e desconfortáveis. Não podemos deixar de considerar a heterogeneidade do grupo em termos motociclísticos, o que, a meu ver, graças a Deus não comprometeu o passeio. Entretanto foi uma grande oportunidade de conhecer pessoas fantásticas e conviver com suas semelhanças, suas diferenças e suas peculiaridades. É isso que nos faz crescer como seres humanos. Assim como eu e Regina, tenho a certeza de que vocês também nos observaram e teceram seus comentários a nosso respeito. Esperamos que o somatório final tenha sido positivo. Portanto, somente temos a agradecer a todos o companheirismo, a gentileza, a amizade e os momentos alegres e agradáveis que passamos juntos e dizer que estamos a disposição de todos para qualquer atividade futura que os Srs. venham a realizar. Estarei embarcando agora no domingo dia 05/06, com retorno previsto para 06/07. Minhas fotos, que não são muitas, já estão em um CD. Caso vocês venham a fazer qualquer tipo de reunião, apesar de eu não poder estar presente, Regina irá e levará nossas fotos. Gostaria de ter acesso às fotos e filmagens de todos de modo a poder desfrutar da qualidade tecnológica e profissional daqueles que realmente entendem do assunto.

Um forte abraço a todos,

Cal e Regina.

 

Last Updated on Tuesday, 25 October 2011 09:13
 

Video do grande Chuck Berry - Route 66

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Dim lights Embed Embed this video on your site É isso ai rapaziada vamos para a estrada...!!!

Last Updated on Friday, 06 May 2011 11:25
 

U.S. Route 66

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U.S. Route 66 (also known as the Will Rogers Highway after the humorist, and colloquially known as the "Main Street of America" or the "Mother Road") was a highway within the U.S. Highway System. One of the original U.S. highways, Route 66 was established on November 11, 1926 -- with road signs erected the following year.[1] The highway, which became one of the most famous roads in America, originally ran from Chicago, Illinois, through Missouri, Kansas, Oklahoma, Texas, New Mexico, Arizona, and California, before ending at Los Angeles, covering a total of 2,448 miles (3,940 km).[2] It was recognized in popular culture by both a hit song (written by Bobby Troup, originally recorded by the Nat King Cole Trio in 1946, and later performed by such artists as Chuck Berry, The Rolling Stones, The Manhattan Transfer and Depeche Mode) and the Route 66 television show in the 1960s.

Route 66 underwent many improvements and realignments over its lifetime, changing its path and overall length. Many of the realignments gave travelers faster or safer routes, or detoured around city congestion. One realignment moved the western endpoint farther west from downtown Los Angeles to Santa Monica.

Route 66 served as a major path for those who migrated west, especially during the Dust Bowl of the 1930s, and it supported the economies of the communities through which the road passed. People doing business along the route became prosperous due to the growing popularity of the highway, and those same people later fought to keep the highway alive in the face of the growing threat of being bypassed by the new Interstate Highway System.

U.S. 66 was officially removed from the United States Highway System on June 27, 1985[3] after it was decided the route was no longer relevant and had been replaced by the Interstate Highway System. Portions of the road that passed through Illinois, Missouri, New Mexico, and Arizona have been designated a National Scenic Byway of the name "Historic Route 66". It has begun to return to maps in this form. Some portions of the road in southern California have been redesignated "State Route 66", and others bear "Historic Route 66" signs and relevant historic information.

 

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